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sábado, 21 de fevereiro de 2026
quinta-feira, 2 de outubro de 2025
quinta-feira, 21 de agosto de 2025
segunda-feira, 18 de agosto de 2025
terça-feira, 5 de agosto de 2025
quinta-feira, 31 de julho de 2025
domingo, 27 de julho de 2025
O que é o Ceratocone?
Se você tem ou conhece alguém que esteja com a visão borrada, embaçada e distorcida tanto na visão de perto quanto na visão de longe é bom prestar atenção. Sintomas como visão borrada, imagens fantasmas, presença de halos noturnos, diplopia (visão dupla) ou poliopia (percepção de várias imagens de um mesmo objeto), halos em torno das luzes, fotofobia (sensibilidade excessiva à luz) e coceira excessiva podem ser sintomas de uma doença ocular chamada Ceratocone, que é muito mais comum do que se imagina.
Muitos pacientes assustam-se com o diagnóstico de Ceratocone no consultório. Ao contrário do que se pensa, o Ceratocone é uma doença que pode ser controlável, e pode ser bem manuseada em suas diversas fases. As pessoas que possuem ceratocone não devem ficar apreensivas, pois geralmente são obtidos bons resultados com os vários tipos de abordagens. O Ceratocone é uma doença da córnea de etiologia discutida, hereditária, que acomete o adolescente ou adulto jovem e se caracteriza por um afinamento e deformação progressiva da córnea, transformando-a em uma córnea fina, o que leva ao aparecimento de miopia e elevado grau de astigmatismo irregular e acentuada baixa da acuidade visual.
sábado, 19 de julho de 2025
O que é o Ceratocone?
Ceratocone (do Grego: kerato- chifre, córnea; e konos cone), é uma doença não-inflamatória progressiva do olho na qual mudanças estruturais na córnea (que alteram sua biomecânica - resistência e elasticidade) a tornam mais fina e modificam sua curvatura normal (praticamente esférica) para um formato mais cónico. Este fenômeno de protrusão da área corneana afinada é chamado de ectasia (distensão) corneana. A principal consequência do Ceratocone é a diminuição da acuidade visual (visão) proveniente do astigmatismo irregular (distorção da imagem causada pela alteração da curvatura normal da córnea). Visão borrada, imagens fantasmas, sensibilidade à luz e presença de halos noturnos são os principais sintomas relatados pelos pacientes. Trata-se da distrofia mais comum da córnea, afetando 1 pessoa em cada 2.000, parecendo ocorrer em populações em todo o mundo, embora alguns grupos étnicos apresentam uma prevalência maior que outros. Costuma aparecer na adolescência e progredir até os 30-45 anos de vida, quando então estabiliza-se.
quinta-feira, 17 de julho de 2025
O que é o Ceratocone?
O ceratocone é uma doença que deixa a córnea menos rígida, fazendo com que ela ganhe progressivamente um formato de cone com consequente afinamento da sua espessura normal.
Como a córnea é a camada mais externa do olho, é uma lente natural responsável em focalizar as imagens na retina. A sua deformação deforma e dificulta a formação das imagens, causando astigmatismo irregular e miopia, que somente no início podem ser corrigidos por óculos.
Apesar de ser irreversível, essa condição tem tratamentos que ajudam não apenas na convivência com o problema, mas também a deter a sua progressão.
domingo, 13 de julho de 2025
Queratocone: O que é, causas e tratamentos
O queratocone (ou ceratocone) é uma doença ocular que faz com que a córnea ganhe a forma de um cone. O seu nome deriva do grego (keratokonus) que significa literalmente “córnea cone”.
O queratocone é uma doença não inflamatória. Apesar de se desconhecerem as suas causas, julga-se que pode advir de uma combinação de alguns fatores, como genéticos, ambientais (como as alergias) e hormonais.
segunda-feira, 26 de maio de 2025
Como se desenvolve o Ceratocone
Você sofre de alergias e, por isso, coça os olhos frequentemente? Fique atento! Esta prática prejudica a sua saúde ocular. “Quem costuma mexer muito nos olhos pode desenvolver de ceratocone, uma doença caracterizada pelo enfraquecimento da córnea, fazendo com que ela perca sua esfericidade e adquira o formato cônico”, explica o oftalmologista Luis Fernando Barros.
O especialista esclarece que quem tem histórico desta enfermidade na família deve ter cuidado redobrado. “O ceratocone pode acometer crianças, mas acontece mais frequentemente entre os 15 e 25 anos. Porém, pessoas com familiares que já sofreram desta patologia têm mais chances de desenvolvê-la ao longo da vida”, observa.
Dr. Luis Fernando Barros afirma que, em fases avançadas, esta enfermidade pode causar visão baixa. “O principal sintoma deste problema é o astigmatismo irregular, assim, é comum que quem sofra da doença tenha que trocar o grau dos óculos ou das lentes de contato com frequência. O ceratocone pode, ainda, desencadear a sensação de vista embaçada. Nos últimos estágios da patologia, é comum que os pacientes tenham muita dificuldade de enxergar”, comenta.
O médico ressalta que o tratamento deste problema é feito em três etapas. “Nas primeiras fases, realizamos procedimentos, para fortalecer a córnea, aliados ao uso de óculos ou lentes de contato, para corrigir o astigmatismo. Em casos mais avançados é feito o implante de um anel intra-estromal na córnea. Por meio deste procedimento, conseguimos corrigir as alterações na curvatura deste tecido. O transplante de córnea é realizado em último caso”, detalha.
Para prevenir esta doença, cuide bem dos seus olhos e vá ao oftalmologista com frequência. “Quem não tem o hábito de coçar os olhos tem menos probabilidade de ter ceratocone. Além disso, é fundamental comparecer a consultas oftalmológicas pelo menos uma vez por ano. Desta forma, é possível acompanhar a saúde ocular e iniciar os tratamentos necessários o mais rápido possível”, conclui o especialista.
Informação retirada daqui
quarta-feira, 21 de maio de 2025
sexta-feira, 9 de maio de 2025
Queratocone
Desenvolvimento anormal de ambas as córneas, que apresentam formas cônicas, principalmente nas partes centrais, desenvolvendo-se sem sintomas de inflamação.
Terapias: uso de óculos com lentes fortemente tóricas, lentes de contato rígidas, perfurações no ápice corneano, enxertos de camada na córnea, transplantes são indicados quando a acuidade visual com lente de contato está menor a ponto de interferir nas atividades normais do indivíduo.
O que é o Queratocone?
Queratocone consiste numa ectasia corneana não inflamatória e auto-limitada, caracterizada por um afinamento progressivo da porção central da córnea. À medida que a córnea se vai tornando afinada o paciente começa a ter uma redução da acuidade visual, a qual pode ser moderada ou severa, dependendo da quantidade do tecido corneano afectado.
O queratocone é dificilmente sentido pelas pessoas, pois este inicia-se, insidiosamente, como uma miopização e astigmatismo no olho. Esta patologia ocular pode evoluir rapidamente, ou, em outros casos, demorar alguns anos até o respectivo desenvolvimento. Esta doença pode afectar severamente a nossa forma de perceber o mundo, incluindo tarefas simples, como a condução de veículos, a observação das imagens de televisão ou até mesmo a leitura de um livro.
O queratocone tem o seu início, na sua generalidade, durante o período da adolescência, normalmente por volta dos 16 anos de idade, embora existam casos em que o mesmo se iniciou aos 6 anos de idade. É facto raro o seu desenvolvimento após os 30 anos de idade. O queratocone afecta homens e mulheres em igual proporção, e, em 90% dos casos, afecta ambos os olhos. Na sua maioria, a doença desenvolve-se assimetricamente: o diagnóstico da doença no segundo olho ocorre cerca de 5 anos após o diagnóstico do primeiro olho. A doença progride activamente durante um período entre 5 a 10 anos, podendo, todavia, estabilizar-se por muitos anos. Note-se que, durante o estágio activo, as mudanças poderão ser rápidas.
Quando estamos perante um estágio precoce da doença. A perda de visão poderá ser corrigida através da utilização de óculos: mais tarde o astigmatismo irregular requer correcção óptica através do uso de lentes de contacto rígidas. De facto, as lentes de contacto rígidas promovem uma superfície de refracção uniforme e, para além do mais, melhoram a visão.
O exame oftalmológico deverá ser realizado anualmente ou até mesmo durante um período inferior, e mais frequente, por forma a monitorar a progressão da doença.
Embora muitas pessoas afectadas por queratocones possam manter os hábitos de condução e leitura, o certo é que muitas sentirão uma perda da qualidade de vida, a qual é adversamente afectada.
Como é diagnosticado o queratocone?
A identificação de um queratocone moderado ou avançado é razoavelmente fácil. No entanto, importa referir que o diagnóstico de queratocone nas suas fases iniciais torna-se mais difícil, requerendo uma cuidadosa análise da história clínica do paciente, medições da acuidade visual e refracção, e ainda exames complementares realizados por instrumentação especializada. Na sua generalidade, os pacientes com queratocone têm modificações frequentes nas prescrições dos seus óculos, durante um curto período de tempo e, alem disso, os óculos já não fornecem uma correcção visual satisfatória. As refracções são também frequentemente variáveis e inconsistentes.
Os pacientes com queratocones relatam, frequentemente, situações de diplopia (visão dupla) ou poliopia (visão de vários objectos) no olho afectado, e queixam-se de visão distorcida e “enevoada” não só para a visão ao longe, mas também para a visão ao perto. Alguns referem a existência de halos nos contornos das luzes, bem como fotofobia (sensibilidade anormal à luz).
A identificação de um queratocone moderado ou avançado é razoavelmente fácil. No entanto, importa referir que o diagnóstico de queratocone nas suas fases iniciais torna-se mais difícil, requerendo uma cuidadosa análise da história clínica do paciente, medições da acuidade visual e refracção, e ainda exames complementares realizados por instrumentação especializada. Na sua generalidade, os pacientes com queratocone têm modificações frequentes nas prescrições dos seus óculos, durante um curto período de tempo e, alem disso, os óculos já não fornecem uma correcção visual satisfatória. As refracções são também frequentemente variáveis e inconsistentes.
Muitos sinais objetivos estão presentes no queratocone. A retinoscopia mostra reflexo “em tesoura”. Com o uso do oftalmoscópio direto percebe-se um sombreamento. O queratômetro também auxilia no diagnóstico. Os achados queratométricos iniciais são ausência de paralelismo e inclinação das miras. Estes achados podem ser facilmente confundidos nos casos de queratocone incipiente.
A redução da acuidade visual em um olho, devido à doença assimétrica no outro olho, pode ser um indício precoce de queratocone. Este sinal é frequentemente associado com astigmatismo oblíquo.
A topografia corneana computadorizada ou fotoceratoscopia pode fornecer um exame mais acurado da córnea e mostrar irregularidades de qualquer área da córnea. O queratocone pode resultar em um mapa corneano extremamente complexo e irregular, tipicamente mostrando áreas de irregularidades inferiormente em forma de cone, o qual pode assumir diferentes formas e tamanhos.
O diagnóstico de queratocone também pode ser feito através do biomicroscópio ou lâmpada de fenda.
Através deste instrumento o médico poderá observar muitos dos sinais clássicos do queratocone:
• Anéis de Fleischer: anel de coloração amarelo-amarronzada a verde-oliva, composto de hemossiderina depositada profundamente no epitélio circundando a base do cone.
• Linhas de Vogt: são pequenas estrias semelhantes a cerdas de pincel, geralmente verticais embora possam ser oblíquas, localizadas na profundidade do estroma corneano.
• Afinamento corneano: um dos critérios propostos para o diagnóstico de queratocone é o afinamento corneano significante maior que 1/5 da espessura da córnea. À medida que a doença progride o cone é deslocado inferiormente. O ápice do cone é geralmente a área mais afinada.
• Cicatrizes corneanas: geralmente não são vistas precocemente, porém com a progressão da doença ocorre ruptura da membrana de Bowman, a qual separa o epitélio do estroma corneano. Opacidades profundas da córnea não são incomuns no queratocone.
• Manchas em redemoinho: podem ocorrer naqueles pacientes que nunca tenham usado lentes de contato.
• Hidropsia: ocorre geralmente nos casos avançados, quando há ruptura da membrana de Descemet e o humor aquoso flui para dentro da córnea tornando-a edemaciada. Quando isso ocorre o paciente relata perda visual aguda e nota-se um ponto esbranquiçado na córnea. Hidropsia causa edema e opacificação. Caso a membrana de Descemet se regenere o edema e a opacificação diminuem. Pacientes com síndrome de Down têm maior incidência de hidropsia. O acto de coçar e friccionar os olhos deve ser evitado nestes pacientes.
• Sinal de Munson: este sinal ocorre no queratocone avançado quando a córnea protui o suficiente para angular a pálpebra inferior quando o paciente olha para baixo.
• Reflexo luminoso de Ruzutti: um reflexo luminoso projetado do lado temporal será deslocado além do sulco limbar nasal quando um alto astigmatismo e córnea cônica estão presentes.
• Pressão Intra-ocular reduzida: uma baixa pressão intra-ocular geralmente é encontrada como resultado do afinamento corneano e/ou redução da rigidez escleral.
Como se classifica o queratocone?
• Baseado na severidade da curvatura:
- Discreto: 45 dioptrias em ambos os meridianos.
- Moderado: entre 45 a 52 dioptrias em ambos os meridianos.
- Avançado: > 52 dioptrias em ambos os meridianos.
- Severo: > 62 dioptrias em ambos os meridianos.
• Baseado na forma do cone:
- Pequeno monte: forma arredondada, com diâmetro pequeno em torno de 5 mm.
- Oval: geralmente deslocado inferiormente, com diâmetro > 5 mm. É o tipo mais comumente encontrado no exame de topografia corneana.
- Globoso: quando 75 % da córnea está afetada, possui diâmetro maior que 6 mm. É também chamado queratoglobo, e é o tipo mais difícil para se adaptar lentes de contato.
Quais são as opções de tratamento disponíveis para o queratocone ?
O tratamento do queratocone depende da severidade da condição.
1. Correção óptica
Inicialmente, os óculos corrigem satisfatoriamente a miopia e astigmatismo. Entretanto, à medida que a doença progride a visão não é mais adequadamente corrigida e requer o uso de lentes de contato rígidas para promover o aplanamento corneano e fornecer uma visão satisfatória. Tardiamente, quando as lentes de contato não fornecem boa visão ou há intolerância ao uso das lentes de contato, está indicado o transplante de córnea.
2. Tratamentos cirúrgicos
Vários tipos de tratamentos cirúrgicos têm sido propostos para casos de queratocone:
• Queratoplastia penetrante: o transplante de córnea é o tratamento mais comumente realizado. Neste procedimento a córnea com queratocone é removida e então a córnea do doador é recolocada e suturada no receptor. Lentes de contato são geralmente necessárias para fornecer uma melhor acuidade visual.
• Queratoplastia lamelar: a córnea é removida na profundidade do estroma posterior, e um botão de córnea doada é suturado no local. Tal técnica é mais difícil de ser executada e a acuidade visual é inferior àquela obtida com a ceratoplastia penetrante. As desvantagens da técnica incluem vascularização e embaçamento do enxerto.
• Excimer laser: recentemente este laser tem sido usado em situações específicas com algum sucesso na remoção de placas de córnea central. Contudo o LASIK é ainda um procedimento experimental e não está claro se é apropriado para o tratamento do queratocone.
O Queratocone
O Queratocone é uma doença que enfraquece a córnea e, desse modo, causa um adelgaçamento da mesma. A pressão intraocular actuando sob esta córnea fina e enfranquecida causa o aumento da sua curvatura de uma forma irregular.
No Queratocone, a córnea assume uma curvatura aumentada (imagem à direita)
Esta alteração da forma da córnea causa níveis elevados de miopia e astigmatismo que, embora nas fases iniciais possam ser corrigidas por óculos ou lentes de contacto (mais frequentemente rígidas), nas fases tardias podem não ser susceptíveis de correção por estes meios e exigir tratamentos para fortalecimento da córnea como a aplicação cirúrgica de anéis intracorneanos ou a aplicação de medicação que, sob o efeito de uma luz especial (ultravioleta), consegue fortalecer a córnea e impedir o agravamento do queratocone (Cross-linking).
Em casos limite, aconselha-se o transplante de córnea, quer total (Queratoplastia Penetrante) quer parcial (Queatoplastia lamelar anterior, ou DALK).
O Queratocone é uma doença com uma componente genética importante, pelo que se aconselha a observação dos familiares.
segunda-feira, 28 de abril de 2025
segunda-feira, 7 de abril de 2025
Sintomas do Queratocone
A Queratocone é uma doença não inflamatória, o que, por norma, não provoca dor. Pode desenvolver-se de repente, ou progredir ao longo de vários anos. A córnea é uma ligação até aos componentes do olho, assim como uma mudança física visível na forma da córnea, que incluem alguns sintomas:
-Dores de cabeça
-Irritação ou sensação de olhos irritados
-Olho seco
-Visão desfocada
-Sensibilidade à luz
-Brilho e halos em torno de luzes
sábado, 5 de abril de 2025
O que é?
O queratocone é uma alteração gradual da forma da córnea, que acaba por ficar parecida com um cone.
Queratocone
É uma anomalia hereditária da forma da córnea.
A doença começa entre os 10 e os 20 anos. Podem ser afectados um ou ambos os olhos, o que provoca grandes alterações na visão e exige frequentes mudanças na prescrição de óculos ou de lentes de contacto. As lentes de contacto costumam corrigir os problemas de visão melhor que os óculos, mas às vezes a alteração da forma da córnea é tão grande que as lentes de contacto não podem ser utilizadas ou então não conseguem corrigir a visão. Em casos extremos, pode ser necessário fazer um transplante da córnea
sexta-feira, 4 de abril de 2025
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